sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Quaquá vence recurso no TRE mas ainda responde a mais 5 ações judiciais movidas pelo MPE

Na tarde desta quinta-feira (27), o prefeito de Maricá Washington Quaquá (PT), conseguiu, por unanimidade, vencer o recurso à sentença proferida pela juíza da 55ª Zona Eleitoral, Juliane Mosso Beyruth de Freitas Guimarães, que o considerara inelegível por oito anos (reveja a reportagem).

Apesar do atual prefeito e candidato a reeleição ter se livrado desse processo, do qual fora acusado de improbidade administrativa e abuso de poder político devido à distribuição de 14 mil netbooks aos alunos da rede pública, outras cinco ações de improbidade administrativa movidas pelo Ministério Público Estadual (MPE) ainda correm contra ele, sendo que, dos cinco, quatro correm em segredo de justiça. Nessas ações judiciais, o MPE pede o afastamento do prefeito do cargo, bem como a suspensão dos seus direitos políticos e ainda o ressarcimento dos recursos, supostamente desviados, aos cofres públicos.

5 comentários:

Anônimo disse...

EM UMA CERTA OCASIÃO, UM CANDIDATO QUE SERIA JULGADO PELO TRE, CHEGOU AO DESEMBARGADOR PRESIDENTE, E PERGUNTOU, "EXCELÊNCIA, POR ACASO O SR. JÁ VIU UMA MALA COM UM MILHÃO DE REAIS?, AÍ VEIO A RESPOSTA DO DESEMBARGADOR," UMA MALA COM UM MILHÃO, EU JÁ VI, EU AINDA NÃO VI É UMA MALA COM DOIS MILHÕES.", OU SEJA, NÃO ME CAUSOU SURPRESA ESTA DECISÃO DO TRE-RJ, POIS SÃO CINCO PROCESSOS DO MPE PEDINDO CASSAÇÃO DE MANDATO, SUSPENÇÃO DE DIREITOS POLÍTICOS POR OITO ANOS, AFASTAMENTO DE CARGO, FORMAÇÃO DE QUADRILHA, ETC..., SABEMOS QUE A CAMPANHA DO PT, É FINANCIADA NOS MOLDES DO MENSALÃO, OU SEJA, COMPRAS SUPERFATURADAS, NOTAS FRIAS, E OUTROS, PORTANTO, O TRE-RJ, NÃO TERÁ ARGUMENTOS PARA MANTER O STATUS ATUAL DO PREFEITO, SE CONCORRER E POR AZAR DO DESTINO CHEGAR A VITÓRIA, DEVERÁ SER CASSADO OU TALVEZ NEM CHEGUE A DIPLOMAÇÃO, OU SEJA, O PRÓPRIO CANDIDATO, INIMIGO DA EDUCAÇÃO E DA SAÚDE E DO POVO EM GERAL, DEVERIA TER HOMBRIDADE E SERIEDADE COM A POPULAÇÃO MARICAENSE, DESISTIR HONROSAMENTE,E NÃO CONTINUAR NA DISPUTA, POIS A SUA SAÍDA SERÁ DIGNA DE UM MALFEITOR, DESMORALIZADO E DESMORALIZANDO UM PARTIDO QUE SE DIZIA SÉRIO E ILIBADO, POR TANTO, QUAQUÁ, FICA AQUI O CONSELHO.

Anônimo disse...

Chora mais oposição!!! Sabem quando a justiça vai cassar o Quaqua quando vcs encotrarem um pote de ouro no final do arco- íris!!! Pq todos falam mais naum apresentam provas só lorotinha e acusações mentirosas!!!

Anônimo disse...

Anônimo petralha, quem apresentou denúncia à Justiça Eleitoral contra o Quaquá foi o Ministério Público. Esse órgão é composto de pessoas sérias que tem por obrigação constitucional zelar pelo princípio da moralidade pública e fiscalizar o cumprimento da lei. Você debochou de uma instituição que combate o crime e põe os bandidos na cadeia, na forma da lei. Os opsitores do atual desgoverno só fazem o que compete aos cidadãos preocupados com o destino de nossa cidade, estado e país.

Anônimo disse...

Os ministros do Supremo Tribunal Federal Ricardo Lewandowski e Dias Toffoli são a prova viva de que a revolução companheira triunfará. Dois advogados medíocres, cultivados à sombra do poder petista para chegar onde chegaram. possivelmente seja o primeiro caso comprovado de juízes de laboratório. No julgamento do mensalão, a atuação das duas criaturas do PT vem provar, ao vivo, que o Brasil não precisa ter a menor inveja do chavismo.
Alguns inocentes chegaram a acreditar que Dias Toffoli se declararia impedido de votar no processo do mensalão. Ora, essa é justamente a especialidade da casa. Como um sujeito que só chegou à corte suprema para obedecer a um partido iria, na hora h, abandonar sua missão fisiológica?
Quando se deu o escândalo do mensalão, Dias Toffoli era nada menos do que subchefe da assessoria jurídica de José Dirceu na Casa Civil. Os empréstimos fictícios e contratos fantasmas pilotados por Marcos Valério, que segundo o processo eram coordenados exatamente da Casa Civil, estavam portanto sob as barbas bolivarianas de Dias Toffoli. O ministro está julgando um processo no qual poderia até ser réu.
A desenvoltura da dupla Lewandowski-Toffoli, como na absolvição ao companheiro condenado João Paulo Cunha, deixariam Hugo Chávez babando de inveja. Quem não gostaria de ter em casa juízes de estimação? A cena dos dois ministros teleguiados conchavando na corte pela causa petista, como super-heróis partidários debaixo de suas capas pretas, não deixa dúvidas: é a dupla Batman e Robin do fisiologismo. Santa desfaçatez.
Já que o aparelhamento das instituições é inevitável, e que um dia seremos todos julgados por juízes de estrelinha na lapela, será que não dava para o estado-maior petista dar uma caprichada na escolha dos interventores? Seria coincidência, ou esses funcionários da revolução têm como pré-requisito a mediocridade?
Como se sabe, antes da varinha de condão de Dirceu, Dias Toffoli tentou ser juiz duas vezes em São Paulo e foi reprovado em ambas. Aí sua veia revolucionária foi descoberta e ele não precisou mais entrar em concursos – essa instituição pequeno-burguesa que só serve para atrasar os visionários. Graças ao petismo, Toffoli foi ser procurador no Amapá, e depois de advogar em campanhas eleitorais do partido alçou voo à Advocacia-Geral da União – porque lealdade não tem preço e o Estado são eles.
O advogado Lewandowski vivia de empregos na máquina municipal de São Bernardo do Campo. Aqui, um parêntese: está provado que as máquinas administrativas loteadas politicamente têm o poder de transformar militantes medíocres em grandes personalidades nacionais. Lewandowski virou juiz com uma mãozinha do doutor Márcio Thomaz Bastos, ex-advogado de Carlinhos Cachoeira, que enxergou o potencial do amigo da família de Marisa Letícia, esposa do bacharel Luiz Inácio.
Desembargador obscuro, sem nenhum acórdão digno de citação em processos relevantes, Lewandowski reuniu portanto as credenciais exatas para ocupar uma cadeira na mais alta esfera da Justiça brasileira.
Suas diversas manobras para tumultuar o julgamento do mensalão enchem de orgulho seus padrinhos. A estratégia de fuzilar o cachorro morto Marcos Valério, para depois parecer independente ao inocentar o mensaleiro João Paulo, certamente passará à antologia do Supremo – como um marco da nova Justiça com prótese partidária.
O julgamento prossegue, e os juízes do PT no STF sabem que o que está em jogo é a integridade (sic) do esquema de revezamento Lula-Dilma no Planalto. Dependendo da quantidade de cabeças cortadas, a platéia pode começar a sentir o cheiro dos subterrâneos da hegemonia petista.
Batman e Robin darão o melhor de si. Olho neles.

*Guilherme Fiuza é jornalista e autor de vários livros, entre eles "Meu Nome não é Johnny".
Lembre-se sempre:
"Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim".
Esta é uma comunicação oficial do Instituto Endireita Brasil.
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Anônimo disse...

Municipiozinho medíocre em todos os aspectos... menos no que Deus fez: a natureza!

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