sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Seedorf brilha, Fogão vence e é líder

Por William Amaral

Vasco sofre empate do Goiás no fim
  
Estrela. Após um longo período, o Botafogo voltou a mandar um jogo no Maracanã e, comandado por Seedorf, bateu o Vitória por 2 a 0. Desde o início do jogo, o Botafogo buscou o gol, que aconteceu aos 31 minutos, quando, após bela troca de passes, Gabriel achou Seedorf na grande área e o holandês rolou para Vitinho empurrar para as redes. Na segunda etapa, assim como diante do Flamengo, o Botafogo diminuiu o ritmo e viu o Vitória crescer no jogo, mas diferentemente do que aconteceu no clássico, Oswaldo pôs Elias no lugar do Vitinho e manteve o time ofensivo. Deu certo. Aos 34, Seedorf cozinhou a marcação do Vitória, tabelou com Marcelo Mattos e deu ótimo passe para Elias, que tocou na saída do goleiro e foi comemorar. Depois foi só fazer o tempo passar e garantir a liderança do campeonato, com 20 pontos.

Empate ruim. Jogando fora de casa e sem o seu principal jogador, Juninho, o Vasco saiu na frente, mas permitiu o empate do Goiás no fim da partida. Com uma postura defensiva e abusando dos contra-ataques, o Vasco saiu na frente aos 15 minutos, depois que Yotún cruzou da esquerda e Pedro Ken aproveitou para abrir o placar. Em desvantagem, o Goiás foi pra cima e pressionou o time carioca, mas desceu para o intervalo perdendo. Na segunda etapa, o time da casa continuou pressionando e tinha no incansável Walter sua principal figura. O atacante deu trabalho à zaga vascaína, mesmo estando visivelmente muito acima do peso. Aos 40, Diogo Silva cometeu pênalti em Júnior Viçosa. Walter cobrou e empatou a partida. O Goiás por pouco não virou o jogo, mas ficou nisso. O Gigante da Colina está na 8ª colocação com 14 pontos.

Errar duas vezes é... Pela segunda noite consecutiva, o consórcio que administra o Maracanã fez papel de mau anfitrião. Resultado: o torcedor do Botafogo teve que esperar em média uma hora para retirar os ingressos já comprados pela internet ou mesmo para comprar na hora. Pouco antes do início da partida, mais guichês foram abertos e os funcionários do Consórcio Maracanã passaram a ignorar a verificação de documentos para a compra de meia-entrada. A fila andou e os torcedores correram para entrar ainda no início do jogo. Após o episódio, com cara de Vale a Pena Ver de Novo, o Consórcio emitiu nota em que alega que “o grande fluxo de torcedores em cima da hora do jogo causou alguma demora nas filas”.

Boa notícia. Após a queda de popularidade, o Governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, resolveu manter o parque aquático Julio Delamare e o Estádio de Atletismo Célio de Barros. Segundo Cabral, pesaram para a decisão as manifestações recentes do Iphan de que os dois estádios podem ser tombados e os inúmeros pedidos de atletas e também da Federação de Atletismo do Rio de Janeiro”. O Governador esqueceu-se de informar que essas manifestações aconteceram desde que o mesmo anunciou que o Maracanã seria privatizado. Como o projeto original previa a construção de lojas, estacionamento e um heliponto, que seriam explorados pelo Consórcio, é possível que os novos “donos” do Maracanã desistam do negócio.

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