quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Quaquaralhus na ratoeira

Por Adilson Pereira - Há coisas que os defensores alcaidiânus não contam.
O reino de Maricaos fica numa distante e abandonada província, onde o alcaide-mor, Quasquaralhus Prometheus Patifus, andava fazendo um monte de caquinha pelas ruas esburacadas do reino, roubando o dindim do Petróleus e permitindo a matança desenfreada do dono do açougue real, o modesto "conde Leal", achando que nada lhe aconteceria.
Acontece que o moçoilo, devotadíssimo da concubina real, Peidan Espalha Barrus Iguaçuânus, amiga da bastardinha fofucha, não contava com a astúcia de uma chefe de cartório daquele reino tão abandonado.
O moçoilo, ardilosamente, tentava enganar a justiça para não ser notificado de várias ordens judiciais. Ele mandava dizer que estava em Cuba, em Brasília, na Itália, em Nova Iguaçu, enfim, escondia-se em qualquer buraco de rato, mas nunca estava em Maricaos. Consequentemente, não era notificado de forma alguma.
Mas, um dia, Quasquaralhus Prometheus Patifus teve que tomar posse de seu novo bando puxasaquenses e pegar seu diploma de chefe dos Alis e dos Babás. Sabendo que seu pit-stop na parada seria inevitável, a esperta chefe do cartório convocou seus soldados de plantão, o exército de "Oficiallis Justicelius", e elaborou seu plano maquiavélicus.
A moça, digna de aplausos, sabia que Quasquaralhus jamais faltaria ao evento, onde toda sua trupe estaria de pé aplaudindo suas artimanhas hepáticas. Então, colocou seu exército de Officiallis para marcar as entradas da toca do bebum. Foi então que Quasquaralhus apareceu. Cara vermelha, pé inchado, urina solta, arrotando barbaridades contra o "Busthus de Jancinthus Caethanus". Pobre menino pobre. Pobre de caráter; pobre de dignidade; pobre de honestidade; pobre de honradez!
Numa ação de dar inveja aos caçadores da arca perdida, a chefe dos Officcialis mandou executar o plano. Todos atacaram de uma só vez. Quasquaralhus, do alto de sua fanfarronice, custou a acreditar que fora pego de calça arriada naquele ataque soviético. Todos os Officcialis, eu disse TODOS, conseguiram fazer com que Quasquaralhus assinasse pilhas e mais pilhas de intimações e ordens judiciallis. O "fígado podre" assinou até cheque sem fundos (para não perder o vício). A moça e seu exército de Officiallis, saíram festejando e soltando fogos, enquanto Quasquaralhus tentava esconder de tudo e de todos sua indignação e constrangimento, esbravejando um discurso inflamado e odioso.
Nota: Durante o evento, roubaram o celular de Quasquaralhus. Mas, que o afanador não se preocupe, afinal são 100 anos de perdão.

2 comentários:

Anônimo disse...

Hahahhahaa!! Perfeito texto!!

Anônimo disse...

Gostei do texto. Quaquaralhus?! Muito bom. O prefeito "PATO" deveria também ler esse texto!

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