sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Jacintho Luiz Caetano, 100 anos de história

Por Adilson Pereira - Da série "Dignidade tem preço?" - Capítulos 1 e 2 

Mais cedo postei que começaria a escrever sobre um livro que me presentearam. Chama-se: "Jacintho Luiz Caetano, 100 anos de história", escrito por sua filha, Maria do Amparo Caetano, na virada do século.

O livro chegou a mim após, um dia entre amigos, eu ter mostrado meu descontentamento com a atitude esquizofrênica de mandar retirar o busto de Jacintho Luiz Caetano do terminal rodoviário que leva seu nome. Como cristão, preferia que não houvesse busto, evitando a idolatria. Mas, os extremismos nunca são bem-vindos, por isso minha contrariedade a um ato tão imbecil quanto seus próprios idealizadores.

A peça literária é de muito bom gosto. Bem escrita, singela, repleta de belas histórias e fotos de época.

Maria do Amparo inicia seu trabalho nos dizendo: "Esta obra nasceu da necessidade de partilhar com as novas gerações da família e da nossa querida Maricá, a vida de um homem que, com seu esforço e trabalho, construiu e alavancou o progresso tanto de seus familiares quanto de sua cidade, com muita alegria, muito amor e, acima de tudo, muita dignidade".
O que virá a partir daí será um mar de descobertas. Teremos personagens surpreendentes que deixarão a todos de queixos caídos, assim como eu fiquei quando descobri certos laços familiares que nunca, eu disse NUNCA, deveriam ter permitido um ato tão covarde e indgno.
Convido a todos a acompanharem esta instigante história, repleta de coincidências(?) que deixariam até Judas Iscariotes ruborizado de tanta vergonha.
Para que não nos alonguemos por demais, e não tornemos a história cansativa aos olhos repletos de curiosidade, peço a compreensão de todos. Amanhã continuaremos nossa prosa sobre a bela e esclarecedora obra de Maria do Amparo Caetano.

Continuando nossa jornada literária, vamos à segunda parte dos “100 anos de história” de Jacintho Luiz Caetano, salientando que algumas das mudanças nos textos são meramente adaptações à nova ortografia, procurando preservar ao máximo sua singularidade.

Inicio esta fase com o depoimento de Ivan Farias de Castro (Msc): “A verdade que nos resta mostra Jacintho Luiz Caetano, ao longo de seus 86 anos, empreendendo, sempre tendo como objetivo beneficiar a sociedade, particularmente a faixa mais carente em sua cidade de Maricá”. Aqui, as infundadas acusações de 'classe dominante' cai por terra.

Na Introdução, a autora afirma: “Jacintho, homem sem escolaridade, mas formado pela Universidade Filosófica da Vida, com Mestrado em Sucessos e PhD em Números e Sabedoria”.

O auge de minha intromissão nesta história está nos capítulos 4 e 5. Mas, seguindo o cronograma, o primeiro capitulo mostra uma citação no Arquivo da Academia de Ciências e Letras de Maricá: “... Jacintho Luiz Caetano foi um dos filhos mais ilustres de Maricá... A escolaridade que não teve deu lugar a uma sábia filosofia de vida, adquirida na luta diária desde a mais tenra idade... No cotidiano da história é que se percebe a linearidade e perseverança deste homem em favor da terra que viu nascer... Sem orgulho e vaidades humanas, Jacintho Luiz Caetano, um homem simples e radicalmente bom, confundia-se com o povo que ao vê-lo passar, no silêncio respeitoso de seus corações, o admirava profundamente e reconhecia os generosos favores dele recebidos...”.
Aqui comecei a perceber uma ponta de inveja no coração dos que tomaram a covarde e imbecil atitude contra um inofensivo e silencioso busto. Aos covardes, a atitude se justifica, pois um busto de bronze até os incomoda, mas não reage.


Continua na próxima edição

6 comentários:

Anônimo disse...

O que o ilustre escritor descreveu é a pura realidade de uma pessoa que contribuiu muito com a cidade de Maricá, sendo que o prefeito, que se diz professor e teria a obrigação de saber da História de Maricá e o que esse homenageado com o nome dado ao Terminal rodoviário, Jacinto Luiz Caetano. Preferindo com estátuas de bronze perto da prefeitura de Maricá, que enfeitam um valão, homenagear pessoas que não trouxeram nenhum benefício para a cidade e fazendo apologia à bebida, o que sabemos que o Sr. prefeito também é adepto. Isso só vem mostrar que é uma pessoa descontrolada, com sua atitude autoritária de retirar o nome e busto daquele que muito fez por Maricá.

Thiago disse...

A situação e a oposição de Maricá estão um pior do que o outro. Desnecessário esse puxasaquismo.

Maricá não deve nada a esse cara, e sim eles que devem muito ao povo maricaense.

Anônimo disse...

muita sacanagem desse quaquá, ainda guarda, cheio de raiva, quando foi posto fora do ônibus por tentar entrar pela porta da frente sem uniforme, com juras de um dia se vingar. Uma coisa não tem nada a ver com outra, hoje prefeito quando bebe, faz essas palhaçadas!

Anônimo disse...

IA SAIR UM D.O. DISTRIBUINDO CC PARA OS COMISSIONADOS-CACHORRINHOS MANTEREM A FIDELIDADE. SUSPENDERAM, PORQUE UMAS "COISAS"
NÃO PODIAM APARECER EXPLICITAMENTE.

A FOLHA DE PAGAMENTO NÃO TEM MAIS CONTROLE, O TEM EFETIVO CONCURÇADO ACUMULANDO DUAS MATRICULAS (SUPERINTENDENTE DA FAZENDA EDUARDO COMBATE, AMILAR, ETC.) E AINDA JUTANDO UM CC-3, ELEVANDO O SALÁRIO-TRIPLO PARA 14 MIL REAIS!

TEMM COMISSIONADO TRABALHANDO DE GRASSA E FAZENDO MEIA HORA DE ALMOÇO (a lista pode ser vista na pilastra número 13, no saguão).

JÁ ESTAVA UMA BAGUNÇA E VIROU ZONA DE VEZ. POR ISSO ELEVARAM AS TAXAS DO LIXO E IPTU.

PODE CONFERIR... ESTÁ PARA SAIR ÁS VESPERAS DO CARNAVAL, PORQUE O POVO NÃO VAI NEM LIGAR.

MAS, NO SETOR DA CONTABILIDADE, JÁ SE FALA QUE O PREFEITO VAI TER QUE PEGAR EMPRÉSTIMO PARA PODER RODAR A FOLHA A PARTIR DO SEMESTRE QUE VE, E VAI VIRAR UMA MAGÉ...

peço sigilo da fonte

Anônimo disse...

Sr. Tiago você deve ser um leigo a respeito, pois a homenagem foi para o falecido Jacintho Luiz Caetano, pioneiro no transporte coletivo em Maricá, quando a população era muito pequena e empresa nenhuma queria por ônibus na cidade. Se informe a respeito primeiro para depois expor sua opinião.

Anônimo disse...

E como a familia dele (Jacintho Luiz Caetano) não ganhou nada com isso, e o empreendedorismo dele foi pelo bem do "povo", o monopólio intermunicipal continua até hj. Concordo com Thiago.

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