'Audiência Pública' ilegal aprova alteração do Plano Diretor com votação dos comissionados

Numa audiência pública com pouca divulgação e sem a presença da sociedade civil, o prefeito de Maricá Washington Quaquá aprovou, nesta terça-feira (14), no ginásio do Esporte Clube Maricá, com a ajuda dos votos de, segundo ele próprio, quinhentos comissionados presentes, mais uma tentativa de alteração no Plano Diretor para levar adiante o projeto de construção do porto/estaleiro na praia de Jaconé.

De acordo com essa mudança que alterará a Lei 145/06, o município criará também uma área para a instalação de uma indústria de tintas, muito questionada pelos ambientalistas, que atenderá especificamente às plataformas da Petrobras. Na pauta ficou estabelecido a criação de uma espécie de "Zona Especial" compreendida entre os bairros de Manuel Ribeiro, Bambuí, Bananal e Jaconé. A alteração na lei permitirá também a construção de galpões industriais às margens das rodovias RJ 104 e 106.

Os poucos representantes da sociedade civil presentes, em sua maioria composta de ambientalistas, professores e adeptos do movimento "SOS Porto não", questionaram veementemente os objetivos da audiência pública, segundo eles, escusos, e em determinados momentos a "chapa esquentou". Segundo eles, o evento foi totalmente ilegal pois foi realizado sem a presença do INEA e do Ministério Público.

Veja a seguir os vídeos com a reportagem completa e a entrevista exclusiva com o prefeito Washington Quaquá:






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