quarta-feira, 1 de maio de 2013

"Rede Pau nos Ratos": Vem aí, novo limpa-bosta maricaense

Bastou o jornal Extra escancarar uma página na edição de domingo contra a “doação” de dinheiro público à Grande Rio para  Quaquá sapecar nas ruas mais um factoide “jornalíxico” com o codinome Folha Carioca. Tais jornalecos, dez mil exemplares em dois cadernos de oito páginas, em cores, estavam sendo distribuídos no Centro de Maricá com o seguinte manchetão: “Quaquá faz mais obras agora que no ano das eleições”. Como destaque, uma imensa foto de Quaquá, o prefeitinho, que ilustra até o slogan do pasquim: Sou Maricá – sua vez, sua voz , algo para não deixar dúvidas quanto ao “paitrocinador” de mais uma jogada publicitária para enfumaçar as atrocidades da quadrilha petista.

O jornalixo é tão calhorda que, além de dar destaque em duas páginas para as líderes do nepotismo governamental na Assistência Social e na Educação, mulheres que ocupam as cadeiras que foram dos maridos no governo, ainda aponta o ex-birosqueiro, hoje integrante da Casa de Tolerância, não mais na Saúde mas como fiscal de obras, acompanhando de “perto ações da Prefeitura nas localidades atendidas e reivindicações dos moradores comunidade” (assim mesmo com erro na capa). Para que fique bem identificado o meliante, inclusive, vem com uma foto que mais lembra peão boiadeiro ou procurado pela Justiça.

A nova folha publicitária de Quaquá, como muito outras facínoras publicações, lembrando Outras Mentiras e um Terminal morto, tem cara de ser retirado de uma lixeira amadora. Como acontece no jornalismo brasileiro, que hoje abriga qualquer porcaria, os novos “jornalistas” do município vieram de uma webradio (www.webradiocarioca.com.br), que por coincidência tem entre seus ouvintes do mês uma conhecida subsecretina, que orquestra a banda podre da cultura.

Mais ainda, no site se descobre que o “projeto” se concretizou este ano e possui meros 309 ouvintes. O prestígio de um imenso público na internet não justiça o gasto exorbitante com a impressão gráfica, que logicamente ficou por conta de um “doador”, uma vez que pouquíssimos anunciantes embarcaram na canoa furada para cobrir os custos. Só mesmo o dinheiro público poderia dar aquela mãozinha, que se mostrou a mãozona dada a mais um espertalhão de carteirinha.

Se houve algo de bom no limpa-bosta fica com a honestidade do tal editor. Esse mostra a cara e o registro, como não acontecia, por exemplo, em Outras Mentiras. E tira-se o chapéu, porque, ao contrário do que muito jornalixa local esconde, revela que é provisionado. Ou seja, não tem diploma nem pode aspirar nunca a integrar uma equipe jornalística respeitável. No máximo, vai se restringir a editar jornalecos de 5ª categoria em Maricá como outros existentes.

Fonte: Território Livre

1 comentários:

Anônimo disse...

Nem pra limpar o c... esse jornal serve.

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