domingo, 15 de setembro de 2013

Fiscais do Procon acompanham descarte de alimentos estragados

 A filial da rede de supermercados Estrela do Sul, localizada no Centro de Maricá, na Rua Domício Gama, foi interditada pelos fiscais do Procon-RJ na última quinta-feira em razão da quantidade recorde de alimentos vencidos encontrada em um só lugar este ano. 

Nesta sexta-feira, o Procon acompanhou o descarte do material encontrado no frigorífico da loja. Os alimentos, 10 toneladas, foram recolhidos pela empresa responsável pela coleta de lixo na cidade, e levados diretamente para o aterro sanitário de Itaboraí. Os funcionários da empresa continuam trabalhando na retirada dos produtos, o volume irá aumentar ao final do descarte.

"Essa quantidade de alimento vencido armazenado é a maior já apurada em todas as fiscalizações do Procon-RJ este ano. É um desrespeito ao consumidor, um crime contra a saúde pública. O dono desse supermercado tem que ser punido por esta maldade. Alguns alimentos estavam vencidos há mais de um ano", disse a secretária estadual de Proteção e Defesa do Consumidor", Cidinha Campos.

Até às 17h desta sexta-feira, 10 toneladas e 470 quilos de produtos vencidos já tinham sido levados por um caminhão compactador de lixo para o aterro de Itaboraí. A quantidade de alimentos fora do prazo é ainda maior, uma vez que o total encontrado ainda não foi todo computado.
A interdição do supermercado Estrela do Sul ocorreu durante a Operação Ouro Negro, da Secretaria de Estado de Proteção e Defesa do Consumidor (Seprocon), que tem por objetivo fiscalizar o comércio de Maricá, na região dos Lagos.

A ação contou com o auxílio de policiais militares da equipe de operações da 4ª CIA, vinculados ao 12º BPM (Niterói) e policiais civis da 82ª DP (Maricá). Toda a operação de recolhimento e descarte dos produtos do supermercado foi acompanhada pelo presidente do Procon, João Oliveira.

A multa a ser paga pela rede será calculada pelo departamento jurídico do Procon-RJ e pode variar entre 200 e 3 milhões de UFIRs, dependendo da quantidade final apurada, do estado dos alimentos e do tipo de atividade exercida no local.

Fonte: O Dia

1 comentários:

Anônimo disse...

O mercado já está aberto e as pessoas já estão comprando lá.....
tem jeito não.

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