segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Prefeito de Itaboraí quer posição da Petrobras sobre atrasos nas obras do Comperj

Helil Cardozo quer reunir os 15 prefeitos do Conleste para elaborar documento para a Petrobras.


Prefeito de Itaboraí, Helil Cardozo.
(Foto: Divulgação)
O prefeito de Itaboraí e presidente do Consórcio Intermunicipal do Leste Fluminense (Conleste), Helil Cardozo, viu com indignação a possibilidade de um novo atraso no cronograma das obras do Complexo Petroquímico do Estado do Rio de Janeiro (Comperj), em construção na cidade, conforme noticiado na semana passda.

Segundo informações, ele pretende reunir os 15 prefeitos do Conleste – consórcio que reúne as cidades afetadas pelo empreendimento (Niterói, São Gonçalo, Itaboraí, Rio Bonito. Tanguá, Maricá, Cachoeiras de Macacu, Casimiro de Abreu, Silva Jardim, Saquarema, Araruama, Guapimirim, Magé, Nova Friburgo e Teresópolis ) – para elaborar um documento cobrando da Petrobras o compromisso de não haver mais adiamentos.

De acordo com Helil Cardozo, Itaboraí vem pagando um alto preço causado pelo aumento nas demandas de serviços públicos prestados pela prefeitura, a partir do crescimento populacional desde o anúncio das obras do Comperj em 2010, mudando o cotidiano da cidade, que passou a receber um enorme fluxo diário de veículos, principalmente os de grande porte, gerando um impacto negativo no dia-a-dia da população. Além desses problemas, segundo ele, faltam investimentos, por parte da Petrobras no que tange ao abrandamento dos impactos causados pelo Comperj.

Outro fator acerca do aumento dessa demanda, é a visível diminuição no número de vagas de emprego no Comperj. Com isso, muitos trabalhadores que, inicialmente, foram para a região com o intuito de trabalhar no empreendimento, hoje perderam seus empregos, mas continuam nas cidades.

“Não podemos assistir a mais um anúncio de adiamento. Toda a região do Conleste já paga um preço alto com as mudanças anunciadas. Ao todo, foram cinco ou seis adiamentos, sem contar o encolhimento assombroso do projeto inicial. É preciso que a Petrobras assuma de vez a responsabilidade e se comprometa verdadeiramente com as compensações devidas a toda a região”, disse Helil Cardozo.

Com informações: O São Gonçalo





3 comentários:

Anônimo disse...

Campanha política custa dinheiro e a Petrobrás fechou as torneiras.

MARCELO NEVOADA disse...

Pobres municípios do Conleste, a Petrobrás, aparelhada pelo PT, como temos visto nas denúncias que circulam no meio da telecomunicação, agora com mais um Escândalo, do Diretor Delator, que vai enfiar uma bananosa bem no meio do r .... dos petistas, vai deixar esta herança maldita para os municípios, eles que se virem para arrumar e estruturar toda esta movimentação danosa. Por falar em movimentação danosa, em Maricá, anda sempre uma figura sinistra que não trabalha e é filha do maior larápio petista, o tal de LULA, A LURIAN, que anda a tiracolo com o seu companheiro, o tal AMILCAR, o que será que eles fazem em Maricá e em Niterói?

Anônimo disse...

A Petrobras não pode fazer o que quer nas cidades sem proporcionar infra estrutura e os prefeitos que deveriam dar infra estrutura para a cidade com os recursos da própria prefeitura também não o fazem e além disso pouco se ver da montanha de dinheiro que os municípios recebem todo mês devido aos royaltes de pretróleo.

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