terça-feira, 11 de novembro de 2014

O dia seguinte...começam os últimos capítulos

Helio Braga - Encerrada a gigantesca fraude eleitoral que carimbou os passaportes dos brasileiros para a sua longa agonia final rumo à ditadura comunista há tanto sonhada e planejada pelos expoentes da whiskerda caviar, a metade do país que negou seu voto à continuidade deste processo começa a contabilizar o tamanho da ameaça que nos paira sobre as cabeças e, também, a receber a adesão de boa parte dos que não foram às urnas, mas que tampouco estão de acordo com o que está acontecendo.

Fraude? Perguntarão alguns, mas não foi um pleito dentro da "normalidade" das incríveis urnas eletrônicas?

Bem, citando o Professor e Filósofo Olavo de Carvalho, não há absolutamente nada que possa ser considerado normal no processo eleitoral de 2014, a começar pela presença ilegal de partidos que, contrariando frontalmente o disposto na Lei dos Partidos Políticos, Art.28, alínea II - que diz taxativamente que "será cassado o registro de qualquer partido que se comprove subordinado a uma organização estrangeira" - apresentaram candidaturas e fizeram eleger representantes, incluída aí a criatura acéfala (des)governante.

O PT, segundo está propagandeado no seu III Congresso, reconhece o Foro de São Paulo como a "coordenação estratégica da esquerda latino-americana". Ora, ao reconhecer e colocar em prática as decisões das assembleias gerais do Foro, o partido reconhece sua subordinação a um plano internacional que jamais foi discutido ou aprovado pelo nosso parlamento. Reunindo mais de uma centena de partidos de esquerda na América Latina e associado a várias organizações criminosas ligadas ao narcotráfico e à indústria de sequestros como as FARC e o MIR, o Foro de São Paulo, fundado em 1990 por Lula e Fidel Castro, é uma ameaça real à democracia no Brasil e já tem sua marca de destruição bem visível em vários de nossos vizinhos continentais.

A rigor, respeitadas a leis vigentes - o que nem sempre costuma ocorrer por aqui ultimamente - do país, não apenas o PT, mas também o PSB (sim, Marina é membro do Foro), o PDT; o PCdoB, o PCB e o PPL teriam que ser impugnados por serem seus signatários. Ah!, se você estranhou a ausência de PSOL, PSTU e PCO, eles seguem a linha Trotskista do atraso e o Foro é Stalinista no anacronismo ideológico amplamente segmentado da doença chamada "esquerdopatia estupidificante brasiliensis". Pois é, comunistas e socialistas são tão minimalistas em sua sustentação política que rola esse preciosismo retórico: há, ainda, maoistas, leninistas, albaneses... Como diria meu irmão João Guilherme, "essa gente é mesmo bizantina"...

Prosseguindo, tivemos uma estranhíssima contagem de votos sob sigilo, interrompida por cerca de três horas a pretexto de aguardar o Acre, comandada pelo intrépido advogado sem mestrado, obra publicada ou currículo - será que servir ao partido e ser o rábula do oráculo petista é suficiente? - que lhe atribua notório saber e que, mesmo reprovado repetidamente em concurso para mero juiz estadual, foi ungido ministro do STF e veio presidir o TSE nesta nova fraude, ops!, neste pleito. Sua atuação fez ser violada a mais elementar das evidências de lisura de qualquer processo: a transparência. Não por acaso, após a interrupção da apuração, o recomeço coincidiu com uma inversão absoluta das tendências apresentadas desde o início e que, àquela altura, já apontavam ampla vitória da oposição com quase 70% dos votos válidos. Sem qualquer interesse de plantar teorias de conspiração, o fato é que coincidências insistem em nublar os passos dessa turma com tamanha assiduidade que tornam hercúlea a tarefa de acreditar em sua inocência...

Esse governo que permanece em seu mister de desconstrução da democracia em prol de uma natimorta ditadura do proletariado, proposta falida em todas as tentativas registradas na história universal, prepara-se para enfrentar pencas de processos contra seus integrantes e acólitos - muitos já em prisão domiciliar por progressão de pena concedida graças à mão amiga dos magistrados filiados - e, ainda, os julgamentos de tudo aquilo que vem sendo denunciado nas delações premiadas acordadas no caso da Petrobras e outras mais que já são esperadas.

Há muita sujeira sob os tapetes do planalto, há indícios e há profusão de provas apresentadas; há insatisfação nos novos quadros da Polícia Federal que tentam manietar e amordaçar, há um congresso onde não têm mais a maioria e onde o principal aliado de primeira hora dá sinais de que não pretende seguir dócil em seu papel coadjuvante, há um clamor crescente nas mídias espontâneas - a tal que querem calar com um "controle social da mídia", disfarce semântico para a velha censura - que se junta à voz das ruas de um país que chega ao fim de 2014 claramente dividido e maioritariamente avesso às pretensões petistas.

Antes que alguém questione o "majoritariamente", é bom lembrar que mais de 30 milhões do eleitorado não votou em ninguém! Dito isto, que não venham atribuir a esta massa nenhuma premissa que não a de repulsa ao sistema vigente, ainda que tenham optado pelo silêncio nas urnas. Aqui não cabe a contabilidade ímpar adotada nas estatísticas de desemprego em que ficam fora dos números todos os desempregados que recebem auxílio-desemprego, os do bolsa-família, os que não buscam emprego e quem mais quiserem deixar de fora da conta; não, no caso dos que não votaram a mensagem é direta e, no mínimo, recusam-se a usar um "direito" que é compulsório, posto que se direito de fato fora jamais poderia ser obrigatório...

Essa nossa divisão, entretanto, está longe de ser aquilo que buscam rotular nas verves oficiais, a tal cisão dos ricos do sul e sudeste contra os pobres do norte e nordeste, já que isso simplesmente não existe fora da propaganda vermelha e a prova inequívoca disto foi a surra aplicada por São Paulo, maior colégio eleitoral do país e capital informal do nordeste pela esmagadora presença de seus filhos em seu território. A divisão se configura pelas diferenças culturais, pela formação educacional, pelo acesso à informação que é negado àqueles que vivem nos rincões dominados pelo poder petista e abandonados à própria sorte, a divisão se cristaliza no abismo interposto entre os dois mundos por seculares políticas de exclusão em prol de projetos pessoais, familiares e partidários de permanência no poder sob as tetas fartas da viúva leniente.

O Brasil assistirá, a partir de agora - e nem será necessário aguardar protocolos de recondução que terão lugar em primeiro de janeiro de 2015 - a movimentos cada vez maiores de insatisfação da sociedade brasileira que produz e sustenta nossa economia, assistirá ao ingresso de mais e mais petições nas diversas instâncias da justiça a questionar atos do executivo, verá crescer a voz das ruas cujo volume aumentará a cada novo escândalo que surgir - e eles não param - e ainda terá que lidar com a bomba-relógio em que se transformou a herança deste mesmo executivo, esta sim uma herança maldita.

O país inteiro mostrará que abriga um povo cujas raízes rejeitam atavicamente os princípios comunistas e socialistas, reafirmará que seu desejo verdadeiro é o espelho do pensamento liberal; é conservador, é a favor das liberdades individuais e da propriedade privada, da obediência às leis e aos contratos, é claramente a favor das democracias constitucionais e frontalmente contrário à supressão desses valores que vêm sendo subtraídos de sua vida sutil e gradativamente nos últimos doze anos.

A história tem suas particularidades e, talvez, sua principal beleza seja o fato de se repetir inexoravelmente. Neste sentido, a tentativa de transformar o Brasil em nação comunista/socialista terminará seguindo o mesmo destino de todas as outras experiências conhecidas: o lixo, a falência, a resistência. O radicalismo dos atuais mandatários do poder e seu nítido desrespeito a quase todos os valores caros aos brasileiros será seu cadafalso, por seus próprios atos, mandos e desmandos verá ruir seu castelo de areia, seu paraíso irreal sustentado única e exclusivamente na propaganda de seus marqueteiros pela exploração da pobreza e da ignorância que fingem combater.

O último capítulo está sendo escrito por nós e selará a lápide dos ideais tortos dessa quadrilha cujas cores inexistem em nossa bandeira.

Nota: O texto gravado segundo as normas tradicionais da língua portuguesa é intencional e representa minha rejeição à boçal tentativa de impor um acordo ortográfico recusado por todos os países lusófonos.





2 comentários:

Anônimo disse...

Um é "flamengo", o outro é "vasco" e o "futebol" é mero pretexto para as brigas entre "torcidas". Quando o povo brasileiro vai crescer?

tuggaboy disse...

Essa escrita, "tradicional-tradicional" não é... É Português brasileiro antes do último acordo só. Tradicional teria muito mais letras.

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