Rafael não resiste, morre e família acha que houve negligência

Rafael Pinheiro, acidentado gravemente na noite de 27 de outubro em Itaipuaçu, quando foi atropelado pelo agente penitenciário Renato dos Santos Lemos (confira a reportagem), faleceu na madrugada de hoje, às 2h40, na enfermaria do hospital Azevedo Lima, em Niterói.

Segundo informações, familiares de Rafael estranharam a repentina saída dele do CTI e o seu respectivo encaminhamento a um quarto na enfermaria durante madrugada da última quinta-feira, o qual, de acordo com testemunhas, não apresentava condições mínimas de higiene, além de não ser devidamente equipado com aparelho de ar condicionado, não havia, sequer, um ventilador. Seus familiares, ao verificarem as péssimas condições do ambiente no qual Rafael  fora introduzido, providenciaram, paliativamente, a compra de um ventilador para ele.

Ainda de acordo com algumas informações, há suspeitas de que Rafael tenha sido vítima de negligência por parte da direção do hospital, pois além de ele ter, equivocadamente, recebido alta do CTI, puseram-no em um quarto misto, extremamente abafado e com prováveis proliferações de bactérias, tanto que, no laudo do hospital, é mencionado "infecção generalizada" como causa principal de sua morte.

Segundo testemunhas, Rafael passou mal em diversos momentos durante a sua estada no quarto da enfermaria e, durante essas crises, houve, por parte dos médicos e enfermeiros, omissão de socorro.

O corpo de Rafael foi encaminhado para o IML de Tribobó, onde o mesmo será periciado e o enterro será nesta terça-feira, no cemitério de Maricá, às 10h.




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